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quinta-feira, 30 de maio de 2019

PALESTRA DE EDUCAÇÃO FISCAL



No dia 28 de maio de dois mil e dezenove, terça-feira, na Escola Municipal de Ensino Fundamental General Américo de Moura da Esquina Jabuticaba Barra do Guarita-RS, recebemos o Sr. Inacio Macson Fuhr a convite da Escola para falar do Programa de Educação Fiscal e Cidadania. O palestrante iniciou seu trabalho mostrando um vídeo com imagens de pessoas praticando o bem, formando uma corrente no qual deu para entender que fazendo o bem a recompensa é você quem recebe. Em seguida, falou sobre o sistema de arrecadação e a maneira como este dinheiro é revertido em serviço à população com educação, saúde, segurança etc. também abordou as diferenças de alíquotas e características de cada tributo, além de responder dúvidas apresentadas pelos alunos. Este encontro contribuiu para despertar uma consciência mais criticas dos alunos em relação aos direitos e deveres dos cidadãos .
“ Então, toda vez que você deixar de exigir a Nota Fiscal nas suas compras quem perde é você  e sua cidade, isso porque o ICMS deixa de ser arrecadado e não retorna para o seu município."






quinta-feira, 4 de abril de 2019

Professor contemporâneo e os desafios de sua profissão

VARGAS, BETTIO, Adriane Regina, formação Bacharel e Licenciada em Educação Física e Pós Graduação em Educação Física Escolar.
“Atualmente a educação exige que os professores sejam multifuncionais, não apenas educadores, mas psicólogos, pedagogos, filósofos, sociólogos, psicopedagogos, recreacionistas e muito mais para que possamos desenvolver as habilidades e a confiança necessários em nossos educandos, para que tenham sucesso no processo de aprendizagem e na vida”. (MARTINS; QUEIROZ,2002, p. 137).
Tomando por base está citação, nos deparamos com as “diferentes funções” que o educador contemporâneo confronta-se em seu dia a dia para efetivar sua pratica pedagógica. As exigências de nossos educandos, pais, sociedade, são inúmeras, pois devemos ser e agir como “artistas”. Nesse sentido, percebe-se que as influências da mídia, das novas tecnologias, confrontam-se diretamente com a aprendizagem e com valores, mudanças estas constantes, não dando tempo para nos adaptarmos e outra se apresenta, modificada, ampliada frente a isso, o professor necessita estar seguro de sua ação pedagógica, mas muitas vezes, acaba também confundido com a inovação constante que permeia a educação de um modo geral.
Novas propostas pedagógicas, uma sempre tentando se sobressair às outras e, para o professor, resta adaptar-se e buscar resolver a sua aula de maneira que possa atender as demandas dos diferentes alunos e tendo que incluí-los nas suas diferenças e características físicas, psicológicas, cognitivas distintas, inseridos em uma cultura que na maioria das vezes é atingida pelas mudanças radicais impostas pela mídia desestruturando os conceitos e valores estabelecidos transformando seu fazer e agir. A violência, as drogas, a precocidade com que as mudanças acontecem, dificultam as relações entre professor e alunos gerando conflitos, o professor por sua vez, depara-se de “mãos atadas” para lidar com tais situações. Os pais repassam a responsabilidade de seus filhos para escola, esta necessita de apoio dos mesmos para juntos acharem o caminho, para sanarem dúvidas, dificuldades enfrentadas no convívio escolar e familiar.
Enquanto os professores necessitam de ajuda dos pais, estes distanciam-se cada vez mais do espaço escolar, restando para a escola os conflitos e anseios que se apresentam cada vez mais avançados, ousados. Em meio a este turbilhão de transformações o professor sente-se desafiado a estar em constante aperfeiçoamento, pesquisando, confrontando saberes tidos como ultrapassados com novos, buscando sempre o melhor para a sua ação pedagógica, bem como para sua vida pessoal.
O que devemos ter presente em nosso fazer pedagógico é que mesmo com constantes transformações que nos desestabilizam, nos impulsionando a buscas novos métodos, novas práticas levando em consideração que temos em nossas mãos seres humanos, com sentimentos diferentes, dúvidas, curiosidades e para tanto, devemos ter a coragem para ousar, transformar, levando na bagagem o que é bom, unindo com novas e boas propostas que se adequem a nossa realidade, para efetivação de nossas aulas. Com isso, nos tornaremos profissionais seguros e eficientes, mas acima de tudo humanos, tendo a humildade de aceitarmos que somos frágeis, com limitações, mas que podemos e devemos errar, para buscarmos possíveis acertos, o novo, o diferente, não nos sentindo estagnados no tempo e na história afinal, o mundo está em constante transformação, consequentemente a educação, os educandos, a sociedade de um modo geral.
Neste sentido, retomo a citação de início, que devemos ser como artistas, para melhorarmos nossa ação pedagógica, transformando os desafios encontrados em ações concretas no dia a dia escolar, transformando para melhor a educação de um modo geral, inserida na sociedade contemporânea na qual vivemos.
Referência Bibliográfica: MARTINS, João Luis; QUEIROZ, Tânea Dias. Pedagogia Lúdica. Jogos e Brincadeiras de A e Z 1° ed. Editora Ridel, 2002.
Educadora Física da Rede Municipal de Educação de Barra do Guarita. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019


PROJETO DE PESQUISA




TEMA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA





ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL GENERAL AMÉRICO DE MOURA
PROFESSORA: MARICLEIDE DO COUTO ANTUNES
DISCIPLINA: GEOGRAFIA
TURMAS: 6° AO 9° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DOS ANOS FINAIS
                                            Barra do Guarita, 24 de maio de 2017

       




APRESENTAÇÃO

   A escola é uma instituição inserida no contexto social, portanto, é uma unidade que também provoca impactos ao meio ambiente.
   Contribui com o crescimento dos problemas ambientais por gerar lixo e esgoto; pelo consumo e desperdício de energia e de água. Assim, deve-se pensar em estratégias permanentes de Educação Ambiental escolar, com ações práticas capazes de transformar a escola de causadora de impactos para uma unidade que contribua com a redução dos problemas, através do consumo consciente e de uma correta destinação dos seus resíduos. Desta forma, a escola efetiva-se como espaço formador de agentes de mudanças, visto que, é um ambiente propício à formação de novas atitudes, de novos comportamentos e valores, através do aprendizado voltado às questões ambientais.
   Esse é o papel da Educação Ambiental que, além de tratar de assuntos relacionados à proteção e uso racional dos recursos naturais (solo, ar, água, flora e fauna), também deve estar focada na proposição de idéias e princípios que possibilitem a construção de um mundo sustentável.
   O projeto será trabalhado com as turmas do 6° ao 9° ano do ensino fundamental anos finais.




 JUSTIFICATIVA

   Com este projeto queremos realizar ações voltadas para a melhoria do meio ambiente, e da qualidade de vida, incentivando uma nova geração que se empenhe em contribuir para a solução dos problemas sociais e ambientais. Queremos contribuir com um meio ambiente saudável começando pela nossa escola evitando desperdícios de água, energia, pichações nas carteiras e paredes, reaproveitando uma parte do lixo para diminuir a quantidade no ambiente escolar.
   Como estamos nos aproximando do Dia Do Meio Ambiente no dia 05 de junho, queremos desempenhar as atividades que conscientizem os alunos e os demais sobre a importância de preservarmos o meio em que vivemos.
O espaço escolar é um ambiente onde várias questões são tratadas e trabalhadas. Neste local há espaço para muitos assuntos, mas é preciso dar ênfase para aqueles que fazem parte da vida dos alunos. Mesmo sem querer questionar integralmente o currículo das escolas, há que refletir sobre sua reorganização, para que temas mais atuais e urgentes também estejam presentes e façam parte de maneira mais ativa da vida dos alunos. Pensar na Educação Ambiental é refletir sobre de que maneira precisamos agir para que possamos viver numa relação harmoniosa com o meio ambiente. Nosso futuro depende das atitudes que tomamos hoje e de que maneira utilizamos os recursos naturais.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais sobre o Meio Ambiente,
O trabalho de Educação Ambiental deve ser desenvolvido a fim de ajudar os alunos a construírem uma consciência global das questões relativas ao meio para que possam assumir posições afinadas com os valores referentes à sua proteção e melhoria. Para isso é importante que possam atribuir significado àquilo que aprendem sobre a questão ambiental. (PCN’S, 1996, p. 29)
Muito já se vem fazendo sobre este assunto, mas é importante que os trabalhos sobre meio ambiente se tornem mais significativos para os alunos, pois assim, eles terão aprendido a real importância sobre nossas ações e que o futuro, depende delas e de como nos relacionamos com as demais pessoas. A responsabilidade e a solidariedade precisam estar presentes desde a relação das pessoas com o meio em que vivem, até a relação com outros povos e nações que precisam ser companheiras na preservação do meio, que é de todos.

“Desenvolver projetos que semeiem os valores da preservação e conservação das espécies é muito importante para o desenvolvimento dos alunos e isto é observado no Projeto Semear”( autor desconhecido).




 OBJETIVO GERAL
* Desempenhar atividades na semana do Meio Ambiente, conscientizando sobre o que cada um pode fazer para ajudar nosso planeta, através de cartazes e faixas.
 *Estimular uma mudança de postura e hábitos diante do meio ambiente escolar, evitando o desperdício de papel, lixo jogado no chão, torneiras abertas nos bebedouros, lâmpadas e ventiladores ligados sem necessidade, etc.
* Conscientizar e estimular a reutilização do lixo como garrafas pet, papelão, etc. na confecção de material didático .
*Desenvolver, acompanhar e assumir a Educação Ambiental na escola de forma permanente.



                                       OBJETIVOS ESPECÍFICOS

* Incentivar aos alunos a adoção de posturas e hábitos de proteção ao meio ambiente, seja em casa, seja na escola, e por onde eles forem;
* Reduzir a produção de lixo na Escola, além de implantar ações de reaproveitamento e reutilização do que for possível.
*Criar e fortalecer espaços de debate na escola sobre os problemas sociais e ambientais da comunidade e perceber como eles se relacionam com o mundo;
*Descobrir e incentivar uma nova geração que se empenhe em contribuir para a solução dos problemas sociais e ambientais;
*Discutir as mudanças ambientais globais a partir de quatro subtemas: ÁGUA, AR, TERRA E FOGO.
*Conhecer e debater os subtemas propostos e suas relações com as mudanças ambientais globais;
*Reconhecer as responsabilidades individuais e coletivas a esse tema, planejar ações que contribuam para transformações de qualidade de vida na escola e na comunidade.
*Trabalhar este projeto a partir das realidades locais estabelecendo as devidas conexões com a realidade planetária, objetivando a conscientização para a transformação.
*Estimular posturas individuais e coletivas, bem como políticas institucionais que revisem permanentemente a coerência entre o que se diz e o que se faz, os valores de nossas culturas, tradições e história.
*Fazer circular informações sobre o saber e a memória populares; e sobre iniciativas e tecnologias apropriadas ao uso de recursos naturais.
*Promover a compreensão das causas dos hábitos consumistas e agir para a transformação dos sistemas que os sustentam, assim como para a transformação de nossas próprias práticas.
*Implantar uma horta sustentável na escola, reutilizando, assim, as garrafas PET. Com isso colaborando no descarte das mesmas .


DESENVOLVIMENTO


   A educação ambiental pode ser entendida com toda ação educativa que contribui para a formação de cidadãos conscientes da preservação do meio ambiente e aptos a tomar decisões coletivas sobre questões ambientais necessárias para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável. Dessa forma, sua aplicação não se restringe ao universo escolar, mas deve permear este para facilitar o entendimento dessas questões e suas aplicações no dia a dia.
    Além disso, as atividades de educação ambiental precisam extrapolar o âmbito escolar e promover o aprendizado e, até, a transformação de todos nós. Proteger a natureza precisa ser tarefa permanente de qualquer ser pensante e aprender a conhecê-la e respeitá-la pode levar uma vida inteira. Não há limite cronológico, em termos de educação ambiental, para que todos estejam em processo de aprendizado constante. Entretanto, como a maioria dos temas transversais, educação ambiental é um muito abrangente e a maioria dos projetos que se propõem a trabalhar o assunto procuram concentrar-se em focos mais específicos dentro deste grande assunto.
   A educação ambiental pode ser entendida com toda ação educativa que contribui para a formação de cidadãos conscientes da preservação do meio ambiente e aptos a tomar decisões coletivas sobre questões ambientais necessárias para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável. Dessa forma, sua aplicação não se restringe ao universo escolar, mas deve permear este para facilitar o entendimento dessas questões e suas aplicações no dia a dia.
   A Educação Ambiental busca abrir os nossos olhos, mostrando que o ser humano é apenas mais uma parte do meio ambiente em que vive. Ela se contrapõe às idéias antropocêntricas, que fazem com que o homem se coloque egoisticamente como o centro do universo, esquecendo, muitas vezes, da importância dos demais componentes da natureza.
   Praticar Educação Ambiental é, antes de mais nada, gostar de si, do seu próximo e da natureza à nossa volta. Ter consciência ambiental é reconhecer o papel que cada um de nós tem na proteção de todos os lugares onde a vida nasce e se organiza. É querer auxiliar as pessoas ao nosso redor. É reconhecer a necessidade de vivermos em harmonia com a terra, as águas, as plantas, os animais e todas as demais formas de vida. É querer ser feliz sem causar danos a ninguém.
    Portanto, através da implantação do Projeto de Educação Ambiental na Escola espera-se criar condições favoráveis para garantir o envolvimento e participação de todos (Escola, família e comunidade), utilizando-se para isso de múltiplas ações que visam melhorar a qualidade de vida e orientar o uso racional dos recursos e serviços que a natureza nos dispõe.
   Assim, espera-se modificar de forma significativa o modo de pensar e as posturas individuais, familiares e coletivas para a construção de um mundo melhor para todos nós.


BIBLIOGRAFIA

TRIGUEIRO, A. (coord.) Meio Ambiente no Século 21:  MARCO ANTÔNIO MARQUES ANTUNES. 2005. A importância da Educação Ambiental, INTERNET ( Problemas ambientais),  (PCN’S, 1996, p. 29), portal.mec.gov.br.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

No dia 21 de novembro a Escola General Américo de Moura realizou uma visita a Escola ETEC de Bom Progresso onde a mesma realizava a Agrofeira, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as instalações da Escola, o funcionamento, projetos desenvolvidos pelos alunos que la estudam. Foi um dia muito produtivo para os alunos e de grande aquisição de conhecimento.























 

quinta-feira, 8 de novembro de 2018


ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA NO ANO DE 2018
ESCOLA MUNICIPAL GENERAL AMÉRICO DE MOURA
ESQUINA JABUTICABA
Prof. Ivan R. Ferri

         Durante o ano letivo de 2018 foram desenvolvidas várias atividades dentro da disciplina de Ciências da Natureza. Todas estas atividades estão vinculadas aos conteúdos das turmas de 6º ano ao 9º ano do ensino fundamental da Escola General Américo de Moura. Busca-se sempre o envolvimento de todos para que as atividades tenham êxito.
         Aqui serão mostradas algumas das atividades que foram desenvolvidas com os alunos pois não é possível mostrar todas. Algumas delas foram mostradas para a comunidade escolar no Dia da Família Na Escola.
TERRÁRIO
         Trabalho desenvolvido com a turma do 6º ano. Foi uma atividade que perdurou quase que o ano todo, pois envolveu o projeto, construção, plantio e a posterior observação das mudanças ocorridas nesse pequeno espaço que tem por finalidade imitar o ambiente em que vivemos. São observado aspectos como comportamento das plantas, a formação da chuva, entre outros.





VULCÃO
         Atividade realizada com alunos do 9º ano. Visa demonstrar na prática as reações químicas que são estudadas nesta etapa. Os alunos confeccionaram os vulcões com argila e tubos plásticos e desenvolveram as reações químicas com bicarbonato de sódio e uma ácido (vinagre ou limão).






 

 

 




FILTRO CASEIRO
         Projeto com a turma do 7º ano. Atividade que envolveu projetar um modelo de filtro para água que poderia ser usado em grande escala nas residências ou propriedades dos alunos com a finalidade de limpar e purificar água para consumo. A ideia surgiu a partir de um assunto paralelo aos conteúdos trabalhados e que veio ao encontro das necessidades das famílias dos alunos. Trata também da economia de água que hoje é um tema muito discutido mundialmente.









PRÁTICA COM DENSIDADE DE LÍQUIDOS
         Atividade com os alunos do 9º ano dentro do conteúdo de química que trata da densidade de alguns líquidos com os quais os alunos tem contato diariamente (óleo de cozinha, óleo de motor, gasolina, álcool, água, etc). Parte desta prática foi concomitante com separação das misturas.




ESTUDO DA ANATOMIA E FISIOLOGIA DE BRIÓFITAS E PTERIDÓFITAS
         Foram coletados exemplares de samambaias, avencas e musgos para estudo prático de identificação e diferenciação destes tipos de plantas. Os alunos do 7º ano coletaram no ambiente natural e depois realizaram o estudo em sala de aula.



         Como dito no início, são algumas das atividades desenvolvidas neste ano, dentre muitas outras pois o ensino de Ciências da Natureza sempre ocorre unindo teoria e prática através de pesquisas (livros, internet), passeios, manuseio de exemplares, projetos e práticas em geral.
         Todas estas atividades foram orientadas pelo Professor da disciplina Ivan R. Ferri, desenvolvidas com os alunos e tiveram apoio da comunidade escolar.

Professor Ivan R. Ferri
Ciências da Natureza


quinta-feira, 27 de setembro de 2018


 No dia 25 de setembro de 2018 os alunos, professores e funcionários da E.M.E.F. General Américo de Moura realizaram uma visita a Associação Cultural Museu Militar Brasileiro na cidade de Panambi RS. A saída ocorreu as 07h30mim e o retorno por volta das 15h30min. O museu conta com peças referentes a historia das Forças Armadas Brasileiras. O acervo conta com aproximadamente 160 viaturas. Uma coleção completa com carro de combate (tanques de guerra), canhões antiaéreos, caminhões para transporte de tropas, ambulâncias e também vários modelos de jipe, 2 aviões Boeing 737-300 restaurados,  aeronave de carga Buffalo c 115 que foi utilizado como lançador de paraquedistas e transporte de cargas leves, além de artigos militares desde a primeira Guerra Mundial ate os dias atuais.
O objetivo da viagem foi proporcionar aos alunos o apreciamento de materiais bélicos utilizados em guerras de vários países, vistos apenas em livros e fotografias, sabendo qual é o papel que as Forças Armadas Brasileiras desempenharam na Segunda Guerra Mundial e despertar nos alunos o patriotismo e o amor pelo lugar onde vivemos e com isso valorizar o passado através da educação e do respeito.
Concluímos que ao final da viagem o objetivo foi atingido, pois os alunos estavam deslumbrados com o que viram, seus olhos brilhavam a curiosidade foi se tornado em perguntas que respondidas ficaram gravadas para o resto de suas vidas. Uma experiência única que ficara registrada em suas historias de vida.












segunda-feira, 27 de agosto de 2018


ARTE NAS SÉRIES INICIAIS

                                                       Andreia Nigaretta da Rosa


RESUMO


O presente artigo  trata da arte nas séries iniciais abordando para isso a música, pois apartir do ano de2012 ela passa a ser obrigatória no ensino fundamental incluindo assim as séries iniciais.   É por meio desse tipo de prática que inserimos a dança no universo da criança. Então, parece-nos evidente a exploração desse estímulo quando buscamos facilitar o desenvolvimento das capacidades motoras e da criatividade de nossas crianças. A arte vem desde os tempos antigos, sendo que foi introduzida no Brasil pelos Jesuítas. Mas é depois da semana de Arte Moderna que ela se manifesta com mais força no Brasil e é apartir daí que percebe-se que a arte pode ser entendida de outra forma. . É apartir da Lei Nº5. 692/71e da LDB Nº.9.394/96 que a arte é introduzida nas escolas e no currículo escolar. A música assunto ao qual me deterei é de suma importância para o desenvolvimento integral das crianças e após aprofundar meus estudos vejo que a arte deve ser cada vez mais trabalhada nas escolas sendo muito importante para a criança se expressar, para isso deve-se preparar profissionais capazes de aplicá-la corretamente.                                              
                                      
Palavras-chave: Arte, Desenvolvimento e Crianças.


1 INTRODUÇÃO


A arte constantemente abre portas para um caminho onde o impossível não existe. Trabalhar a arte dá possibilidades de improvisar, transformar, ir além da superficialidade, entrelaçar os conhecimentos, em suma, entrar no terreno criativo da condição humana. Esta manifestação confere às artes uma importância que vai além de disciplina no currículo escolar, pois é produto íntimo da formação humana. O sujeito percebe a sensibilidade da humanidade quando tem a arte como algo significativo em sua educação. Todo este jogo do corpo demonstra a presença e importância das artes cada vez mais no nosso âmbito. A arte não é e não deve ser vista como domínio de alguns especialistas. Ela interage em todos os momentos da nossa vida como também tem presença marcante em nossa educação
Para realizar o presente trabalho sobre arte nas séries iniciais foi preciso aprofundar meus conhecimentos para isso aprofundei-me sobre a Arte e seu ensino bem como a arte no Brasil, princípios e historicidade a partir das correntes contemporâneas da educação fundamentada na arte; a Semana da Arte Moderna; a LDB Lei n.º.692/1971 e a obrigatoriedade da Educação Artística, a LDB nº. 9.394/96. Ao longo da história do ensino de arte no Brasil, a forma de como a Arte foi concebida e como ela interage na sociedade, no comportamento das pessoas, na educação e, sobretudo, na forma de ensinar e aprender. O que se percebe é que esta preocupação de que a Arte pode ser expressão da liberdade. Dentro da arte temos a música é será abordada em meu trabalho, pois é de suma importância no desenvolvimento do educando, sendo que é nas séries iniciais que tudo começa.

    2 ARTE

   2.1 ARTE NO BRASIL
São feitos os primeiros registros do ensino da arte no Brasil aproximadamente entre os anos de 1549 e 1808, neste período a educação estava sob responsabilidade dos grupos religiosos, principalmente os jesuítas que dividiam a educação dominada por eles em dois projetos: um para a catequização dos índios e outro para a elite dominante.segundo Ferraz e Fusari(2009), o método utilizado pelos jesuítas era atrativo pois sabiam aproveitar a musica, o conto coral e o teatro, para finalidade de formação religiosa.
Com relação aos nativos, eram educados nas missões e nos sistemas de “reduções” destinadas à catequese. As reduções, assim como as residências e os colégios, tornaram-se verdadeiras “escolas-oficinas” que formavam artesãos e pessoas para trabalhar em todas as áreas fabris. Nesses locais, os “irmãos oficinas” exerciam e ensinavam vários ofícios, tais como pintura, carpintaria, instrumentos musicais, tecelagem etc. (FERRAZ; FUARI; APUD SILVEIRA, 2010, p.11).
                 
 Neste período os poetas e escritores tinham grande prestigio, diferente dos artistas que não eram tão valorizados. Com as reformas do Marquês de Pombal por volta de 1808 à educação dos jesuítas perdeu forças, perderam o poder de atuar junto às escolas, no entanto formavam os professores aptos a atuar.
Foi neste período marcado por mudanças no cenário educacional, político e cultural que o sistema de ensino foi dividido em três níveis: primário secundário e superior. Foi neste momento que veio para o Brasil a Missão Artística Francesa, pois precisava acontecer uma reestruturação cultural no pais. Missão esta chefiada por Joachim Lebreton, que trouxe um grupo de artistas importados da França e também foi com a vinda da Missão que em 1816, foi criada a Escola das Ciências, Artes e Ofícios do Rio de Janeiro que um tempo depois foi transformada em Imperial Academia e Escola de Belas Artes.

                  2.2 A ARTE E O SEU ENSINO

No decorrer da história da Educação Brasileira, a Arte sempre foi relegada a um produto final de consumo. Pouco se demonstrou a preocupação da necessidade de que a Arte, como expressão e como processo, pudesse levar o aluno a uma leitura de mundo, expressando os sentimentos com liberdade e encontrando no pensar e na produção artística a interação do conhecimento.
 No entanto, uma preocupação apontada por Ana Mae Barbosa (2001, p.33), pesquisadora sobre o ensino de arte no Brasil, é que todo esse encantamento a despeito do "novo" também vem sendo sucessivamente introduzido no ensino de arte nas escolas brasileiras sem a mínima reflexão. A autora chama a atenção para a falta de conhecimento sobre o passado o que está levando professores (as) arte educadores (as) a valorizarem excessivamente o "novo", sem que haja alguma referencia teórica capaz de justificar seu uso. Ou seja, a metodologia do ensino de arte parece não acompanhar os movimentos culturais manifestados no país esta falta de estrutura interna no ensino da arte, ensino este que se pretende inovador, está levando a uma concepção de arte, uma espécie de fazer sem intenção.            
A partir de 1920, a Arte passa a ser incluída no currículo escolar como atividade integrativa, apoiando o aprendizado de outras disciplinas; porém, os exercícios de cópia são mantidos. Assim, com o advento da Semana da Arte Moderna pela primeira vez a arte brasileira sofre uma brusca transformação no quesito técnica, bem como no caráter subjetivo de sua criação. A Semana da Arte de 1922 trouxe a evidência de que a Arte poderia ser entendida de outra maneira. Os estudos de arte na educação tiveram um grande em pulso, com as idéias de livre expressão, trazidas por Emiliano Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Mário de Andrade, que acreditavam que a Arte tinha como finalidade principal permitir que a criança expressasse seus sentimentos e também tinham a idéia de que ela não é ensinada, mas, sobretudo, manifestada. A Arte era aplicada à indústria, como técnica de melhoria de produtos ligados ao consumo manufatureiro, por meio de moldes e do desenho geométrico. Daí, as preocupações de incluir os moldes de desenho geométrico nos currículos escolares como forma de preparo de mão de obra pessoal para a indústria e como complemento da escrita. Desde então, várias determinantes estimularam essa aceleração da arte no processo de industrialização no Brasil pós Semana da Arte Moderna de 1922.

. 3 DA LEI Nº. 5.692/71 À LDB Nº. 9.394/96 E A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE ARTE

            As implicações decorrentes da aprovação do artigo 7.o da Lei n.º.692/71, que torna obrigatória a Educação Artística no ensino de 1º e 2.º graus, aumentaram a procura de cursos sobre Arte nos fundamentos da educação, logo depois de sua obrigatoriedade. Os debates sobre a desmistificação do ensino de arte e a atuação do professor já se encontravam bastante avançados. As discussões sobre a importância da Arte na educação, bem como sua obrigatoriedade, historicidade e metodologia, ganhavam importância de pesquisas nos programas de pós-graduação em Educação. Inicia-se, então, a construção dos pilares para uma ruptura do modelo antigo de ensino de Arte, indo do desdobramento dialético das tensões do ensino do desenho ligado à cópia ou como técnica até as concepções teóricas pragmáticas, entre o fazer e o perceber; a metodologia triangular adaptada por Ana Mae Barbosa (1999, p.34-43) história da arte, leitura da obra de arte e o fazer artístico; assim como a teoria de Pareyson (1989, p.29-31), fundamentada na concepção estética do processo artístico entre o fazer, o conhecer e o exprimir, na inter-relação simultânea com a Arte. A reconstrução das expectativas do ensino de Arte na educação escolar buscava e continua buscando o aprimoramento como o estudo do ser humano por meio da Arte. No entanto, a ausência de uma política de formação e aperfeiçoamento de recursos humanos sempre foram os percalços e o contrapelo do ensino de Arte na educação (prevista com a LDB Lei n.o.692/71), como um instrumento eficaz na formação humana. Assim, a ameaça como Arte menor, ou como ensino de arte desvalorizado, era explícita no pensamento impetrado pelo positivismo e o pragmatismo das influências externas. Pelo menos dois perigos rondavam a valorização da Arte como criação na escola. O primeiro foi que ao designar o currículo – a Lei n.o 5.692/71 – nomeadamente separava disciplina e atividades. O segundo foi à romanização da Arte, entendida o ato de criar como um "fator afetivo, que intervém no ato de aprender" Barbosa (1995) informa que a leitura do relatório do GT (Grupo de Trabalho) para a reforma de ensino de 1.ºe 2.º graus em que se faz corresponder ao fator reflexivo o pensamento, ao fator conativo a ação e ao fator afetivo a criação, alerta-nos para essa ameaça. Para Barbosa (1995, p.111), a ameaça estaria"em considerar a Arte apenas como uma atividade", e não com um estudo para a transformação humana. Aponta-nos ainda que esse entendimento poderá "dar continuidade  ao preconceito contra arte, pois designa como um campo de exploração emocional, sem atentar para a igual participação da inteligência, do pensamento reflexivo na produção artística" (p.111). Para Barbosa (1985, p.39), desde a sua obrigatoriedade, a Arte na educação está sempre insistindo em provar a importância na educação, o que é ainda pouco evidente para muitos. As reflexões de estudos que aprofundam a intensidade dos fatores reflexivos quanto às operações mentais ou fatores do fator conativo a ação e ao fator afetivo a criação, sobretudo, os questionamentos das reflexões, são pontos que sempre desafiam os debates dos estudos no ensino de arte.
.É a partir da Lei n.º.692/71 que a disciplina de Educação Artística é incluída no currículo escolar agrupando os conhecimentos de Música, Teatro, Dança e Artes Plásticas; porém não definida como disciplina oficial do currículo, mas meramente como atividade educativa. Em decorrência da inclusão da Arte no currículo escolar, pela LDB n.º.692/71, surgem três anos depois os primeiros cursos de licenciatura curta em Educação Artística, com duração de dois anos, que habilitava ensinar simultaneamente música, teatro, artes plásticas, desenho geométrico, em séries do 1.º grau e até do 2.º grau, instituindo a polivalência no ensino de arte Pode-se considerar que a polivalência foi ou ainda é um dos entraves que pasteurizam o ensino de arte, fazendo com que o  professor de Arte abrace todos os conhecimentos da área artística, involucrado a formação, tornando a sua atuação fragmentada do ponto de vista metodológico e avaliativo.  Intelecto, ou ainda, fator conativo a ação e ao fator afetivo a criação, sobretudo, os questionamentos das reflexões, são pontos que sempre desafiam os debates dos estudos no ensino de arte. Diante dessa preocupação, constitui-se a partir da década de 1980 o movimento nacional de Arte-Educação que passou a discutir a situação do ensino das artes tanto na educação formal como informal.
             Surgem os primeiros cursos de pós-graduação em Arte-Educação. Em 1996, com a nova LDB n.º.394/96, a Arte passa a ser obrigatória na Educação Básica, agora como uma disciplina com conteúdos específicos ligados à cultura artística e não apenas como atividade. Extinguiu-se a denominação Educação Artística, sendo substituída por Ensino de Arte. A Lei propôs também a reformulação dos cursos de Educação Artística, que passaram a determinar a formação por linguagens e, dessa forma, ganharam em relação à especificidade de cada uma, para que depois de escolhida a modalidade, formas de diálogo com as outras linguagens artísticas e mesmo com outras áreas do conhecimento fossem traçadas, identificando-se, dessa maneira, com a proposta de construção do conhecimento na contemporaneidade.
Hoje as preocupações voltadas para a metodologia do ensino de arte, observadas pelas autoras (MARTINS; PICOSQUE; GUERRA, 1998, p.13), contemplam pelo menos três pressupostos da metodologia triangular de Ana Mae Barbosa conceituais entre eles articulados: a criação/produção, a percepção/análise e o conhecimento da produção artístico/estética da humanidade; ou como definiram, de forma sucinta, os PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais – (1995 a 1998) Arte: produção, fruição e reflexão, respectivamente. Os PCNs, vinculados à LDB n.º.394/96, constituem uma forma de regulamentação legal, ou seja, estabelecem diretrizes para o currículo do ensino fundamental (1.ª a 8.ªsérie) e servem como referência nacional, seja para a prática educacional, seja para as ações políticas no âmbito da educação.

 4 AS LINGUAGENS DA ARTE

A arte divide-se nas linguagens das Artes Visuais, Musica, Dança e Teatro. Abordarei sobre a Musica no respectivo trabalho por ela ser importante para o desenvolvimento da criança. Estarei tratando dela nas series iniciais.
 A música é uma das linguagens da arte mais antigas, pois faz parte da cultura humana como expressão, interpretação e linguagem.
É pratica comum nas series iniciais, ouvir música na entrada e na saída da escala no recreio, e em festividades escolares, mas, embora a música esteja presente no cotidiano da escola ela não esta sendo trabalhada.
Com o avanço da tecnologia a música esta cada vez ocupando espaços maiores, seja através da mídia ou em eventos ao vivo. Alunos desinteressados, com pouca concentração precisam ser incentivados a experimentar formas de apreensão da linguagem musical. A música esta cada vez mais sendo usada para alfabetizar, resgatar a cultura e ajudar na construção do conhecimento de crianças carentes.
A música quando usada corretamente em atividades na sala de aula tem grande valia, pois através da musica a criança trabalha os movimentos corporais, ela dança de diversas maneiras mexendo todas as partes do corpo, a fala, esta sempre cantando junto, a memória, pois grava as musicas que escuta e canta junto, sem contar todos os outros benefícios que proporciona.
Pode ser usada a música de varias formas nas series iniciais, pode ser através da dança, de jogos, de brincadeiras, mas o mais importante a ser observado que deve-se sempre apresentar um bom repertório , músicas de punho educativo. Apartir do ano de 2012 a música passa a ser obrigatória em todo o ensino fundamental tendo as escolas um tempo para colocar profissionais preparados para desenvolver tal atividade, mas nesse tempo ela deve ser trabalhada dentro das outras matérias do currículo não podendo ser ignorada e nem deixada de lado mais.   
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5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A música é importante para o desenvolvimento integral do individuo sendo dessa forma deve ser trabalhada nas escolas prova disso é que ela passara a fazer obrigatoriamente parte do currículo escolar a partir de 2012 tendo que ser abordada e desenvolvida com os alunos. Após encerrar meu trabalho vejo que nem só a música é importante, mas todas as formas de arte desde que bem empregadas nas atividades.
Uma atividade realizada com música seja ela através de jogo, brincadeiras ou até em qualquer aula traz benefícios incalculáveis a um individuo por isso que ao desenvolver minhas atividades com alunos procuro sempre utilizar-me desse recurso de grande valia.


 REFERÊNCIAS

. BARBOSA, A.M. Teoria e Prática da Educação Artística. São Paulo: Cultrix, 1985.

_____. (org.). História da Arte-Educação. São Paulo: Cultrix, 1995.
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MARTINS, M. C. F. D.; PICOSQUE, G.; GUERRA, M. T. T. Didática do ensino de
arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

PAREYSON, L. Os Problemas da Estética. São Paulo: Martins Fontes, 1989.